segunda-feira, 9 de junho de 2014

Indústria da construção civil busca crescimento sustentável

Ocorrida por causa da oferta maior de crédito e pelo programa Minha Casa Minha Vida, a indústria da construção civil cresceu em ritmo chinês mesmo nos momentos mais agudos da crise mundial. É o que mostra um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), na quinta-feira (5), em encontro realizado em São Paulo.

A taxa média real (descontada a inflação) foi de 8,2% ao ano entre os anos de 2008 e 2011, ano em que a cadeia produtiva do setor respondeu por 8,9% do Produto Interno Bruto (PIB). Levando-se em conta somente o segmento de edificações e incorporação, a alta chegou aos dois dígitos (11,4% ao ano).
Após os ajustes dos últimos dois anos, em que o volume de lançamentos caiu, o setor discutiu o caminho do crescimento sustentável durante evento em São Paulo (SP).

De acordo com o vice-presidente de Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, um dos palestrantes, a expectativa é de retomada a partir do segundo semestre. Ele afirmou o papel desempenhado pelo Minha Casa Minha Vida, que serviu de aprendizado para a indústria da construção e deve contratar 960 mil moradias este ano.“O mercado imobiliário é muito jovem no Brasil, começou de fato de seis anos para cá. O que contratávamos em financiamento na Caixa em um ano, fazemos em menos de um mês hoje”, ressaltou ele.

Crédito habitacional no Brasil ainda corresponde a apenas 8% do PIB e tem bastante espaço para crescer

fonte: brasil.gov

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